Estamos em abril... as águas de março passaram e agora chove com mais frequência aqui em Natal. Ontem apareceu uma barata de madrugada aqui no meu quarto. Não moro mais em apartamento, esse ano estou morando numa casa. Ainda agora apareceu uma voando na cozinha =O.
Nos últimos tempos, algo mudou na minha personalidade que não me deixa mais matar as baratas sem um sentimento de culpa tremendo que me faz achar as ultimas postagens um ato de crueldade tamanha.
Tudo começou na Pipa, no ano passado, quando apareceu uma barata no quiosque que tínhamos alugado. Não tive coragem de matá-la quando ela se escondeu por traz dos pacotes da cozinha e eu apenas a enxotei para perto do local reservado para colocarmos o lixo do lado de fora. Foi hilário, vou contar! Estávamos eu e a minha vizinha estudando na cozinha. Isso mesmo! Estávamos de férias na Pipa e estudávamos de madrugada, enquanto todas que foram conosco dormiam.
Pois bem, alugamos um minúsculo quiosque compacto com três camas (sendo um beliche), um banheiro e uma cozinha. A mesa ficava imprensada entre a parede a pia e o fogão. Agora imagina uma barata aparecendo no meio disso tudo. Ficamos duas loucas pinotando na cozinhaQuartoBanheiro tentando não acordar as que estavam dormindo. Coitada da barata! Deve ter tido quase um ataque cardíaco (imagino eu que ela tenha um coração). Ficou se tremendo por traz dos pacotes de compras que estavam no chão. Não tive coragem de sentar a chinela nela. Pensei... Vou levá-la para um lugar mais seguro! E, como disse, a conduzi para perto do lixo.
A que apareceu ontem, no meu quarto eu tive que matar com inseticida... Acordei de madrugada fui ao banheiro e quando estava voltando para cama vejo um ser marron peranbulando na madruga. Como sei que teria um xilique se enquanto estivesse dormindo ela resolvesse querer ir para cama comigo, a prendi no banheiro e borrifei inseticida. Escrevendo isso agora fico imaginando uma câmara de gás com a bichinha preza lá dentro. UNF!
Ah, a que apareceu ainda agora na cozinha, deu um jeito de sumir antes de qualquer coisa. Desapareceu, escafedeu-se. Ainda bem!